Em desacordo com o acordo ortográfico desde 1985 *livreiranarquista@gmail.com*

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A treinar reforços
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Sim. Isso explicaria muita coisa.
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«Isto da gramática é um bocado escusado porque a gramática é igual em todas as linguagens»

Mas que visionário…
Inglês, Francês, Alemão, Chinês, linguagem labial, fala das mãos dos surdos…afinal é tudo rigorosamente igual em termos gramaticais. E nós para aqui a complicar…
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Aviso: Na Quinta Dimensão o livro “Conversas com Deus” pode também ser conhecido como:
— Conversas Com Platão*
— Conversações Muito Sérias Com Deus
ou ainda
— Diálogos Com Nosso-Senhor

Aqui fica a informação, já que pode vir a ser útil e salvar alguma vida.
(*deus pagão, primo-direito de Zeus)
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Freguesa: Quero um livro de uma autora chamada Sónia…ou Sofia…ah…não sei bem…mas, se não é assim, é algo com uma terminação parecida.
Imagem mental de Livreira Anarquista:

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— Ligaram para mim a dizer se já tinha visto um livro…eram dois.
— Huga-buga-huga-huga-buga
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Freguesa: O livro que procuro chama-se ”O CABELEIREIRO DA DINAMARCA”.

Cabeleireiro da Dinamarca, esse mítico guru da beleza, criador de inúmeras obras-primas do mundo capilar, nomeadamente o Penteado dos Anjos e o imutável capacete épico de Filipa Vacondeus.

Na foto: Filipa Vacondeus acabadinha de acordar.
(Informação adicional: esta foto foi tirada trinta anos depois de Filipa ter sido penteada pelo Cabeleireiro da Dinamarca, o que prova a eficácia e durabilidade dos seus penteados.)
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Mas afinal a Feira do Livro vende o quê? Só livros?
— Não, que disparate. Vende livros, salsichas e vários tipos de queijo.
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« Cara Livreira Anarquista,
Este é o texto de uma abaixo-assinado, feito pela Relógio D´Água, Antígona e Letra Livre, exigindo a mudança da data da Feira do Livro de Lisboa subscrito por cerca de 50 editores e livreiros:
Sobre a marcação das Feiras do Livro
A Feira do Livro de Lisboa tem decorrido com quase metade dos dias sob a chuva, a humidade e o frio que afasta visitantes, estraga livros e ameaça sessões de autógrafos. O ano passado, o início da Feira foi semelhante.
Muitos de nós têm já nostalgia da Feira de Lisboa percorrida em tardes de sol, onde à sombra de um castanheiro-da-índia os visitantes se apressavam a ler os livros acabados de comprar.
Deixou de ser assim porque a direcção da APEL insiste em realizar a Feira entre a última semana de Abril e meados de Maio. Ora é estatisticamente mais provável ocorrer chuva nesse período do que, por exemplo, entre 7 e 24 de Maio, que tem ainda a vantagem dos jacarandás floridos no Parque Eduardo VII.
Que explica então este reiterado masoquismo anual? A APEL certamente dirá que, sendo os pavilhões da Feira do Livro do Porto os mesmos de Lisboa, não se pode empurrar aquela feira para o Verão e a dispersão das férias. Mas que mal haveria em realizar a feira do Porto entre, digamos, 7 e 22 de Junho?
De resto, não se entende porque não se alterna entre as duas cidades o início das Feiras. Como há menos pavilhões no Porto, no ano em que a Feira começasse a norte, poder-se-ia mesmo avançar a sua montagem em Lisboa, estreitando o prazo entre as feiras, e permitindo assim que acabassem mais cedo.
E já agora, sendo cada vez menos as inscrições para a Feira do Porto, porque não adiá-las de modo a poderem ser feitas já com as receitas recolhidas na de Lisboa? É que o aluguer dos pavilhões, a precisarem já de ser substituídos, é bem mais caro que o de uma suíte num bem situado hotel de Manhattan ou mesmo de Luanda.
Por estas razões, os abaixo-assinados sócios da APEL e participantes da Feira do Livro de Lisboa vêm exigir junto da direcção da nossa associação que seja efectuada uma consulta democrática no sentido de conhecer a opinião da maioria dos associados sobre a data e horário da Feira do Livro do próximo ano.
Lisboa, 7/5/2012
Cordialmente,
Eduardo de Sousa »
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Freguesa: Disseram-me qu’ eu tinha de ler a Ane Catarine de Trotsky…o que acha?

Ane Catarine, uma das obras mais emblemáticas do revolucionário Trotsky que, nas reuniões do partido, ao intervalo do lanche, escrevia secretamente sobre a arrojada aristocrata francesa - que decidiu inscrever-se no Exército Vermelho uma vez que a cor das fardas combinava melhor com a palidez da sua pele do que o esverdeado das dos escuteiros. É também por essa ocasião que Ane Catarine conhece o viril conde Marx, episódio que abalará a sua vida extra conjugal de um modo nunca antes imaginado por um membro de um partido.
Como vê, parece-me uma ideia fantástica a do seu amigo.
Ane Catarine de Trotsky é um clássico a não perder.
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Livreira Anarquista é agora mamã de um lindo gato preto.
Ambos encontram-se muito felizes.
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Febre de sábado à noite